Em meio a situação em que vivemos o mercado teve grandes impactos
com a COVID19. Mas afinal, como pequenas e grandes empresas
sobreviveram com essa crise? Isso é o que vamos te explicar agora!
A forma como o cliente e empresa se relacionava e como se relacionam
agora mudou completamente. Observa-se que, a indústria está reforçando
essa relação próxima com seu público pelos meios digitais, tais como:
WhatsApp, Instagram, Facebook, etc.
No cenário atual, as empresas passaram a utilizar o Marketing de
Relacionamento — conjunto de ações feitas para estreitar o
relacionamento de forma positiva, gerando fidelidade dos seus clientes —
como forma de não serem afetados drasticamente. Contudo, as
companhias de pequeno porte ainda encontram dificuldades em adaptarse em meio a toda essa situação de pandemia do novo corona vírus
devido a falta de utilização do Marketing de Relacionamento.
Nos últimos meses, o setor de e-commerce brasileiro teve um aumento de
81% nas vendas por consequência do COVID19, essa alta está relacionada
com a transformação que a indústria teve que adotar para não ficar para
trás no mercado, também tiveram que reinventar os meios de
comunicação entre empresa e consumidor. Dentre as instituições que se
destacaram, a Amazon liderou o ranking de vendas durante esse esse
período de pandemia do novo coronavírus, aumentando o seu capital em
R$2,4 trilhões por conta das medidas iniciais do distanciamento social
recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
A nível nacional, a Magazine Luiza ainda permanece líder no ranking das
empresas que se transformaram por conta da pandemia do coronavírus.
Com a ferramenta de Marketplace denominada "Parceiro Magalu" ela
abre as portas para micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos
a se manterem diante dessa situação nas plataformas digitais. Além disso,
a marca desenvolveu campanhas sociais visando a conscientização da
violência contra a mulher.
Em contrapartida, como forma de escape e um plano que as indústrias
adotaram com seus colaboradores foi o Home Office, que segundo
pesquisas totalizaram 46% das empresas nacionais. Por conta do
isolamento social, o delivery foi um dos segmentos que mais cresceram
durante esse período, totalizando 94,67% em aplicativos como UberEats,
Rappi e iFood, sendo que, em alguns deles não fazem entregas só de
comidas, mas também de supermercados, farmácias e compras no geral,
fornecendo mais segurança para quem precisa ficar de quarentena.
Após a pandemia, não temos como afirmar exatamente como serão as
estratégias adotadas pelas empresas. Na medida em que forem reabrindo
os pontos de vendas dessas instituições, será necessário observar o
comportamento do consumidor, e assim, planejar e executar uma nova
forma de relacionamento com ele, sempre tomando medidas protetivas
com seus funcionários e consumidores que estarão cada vez mais
cuidadosos.
Autores:
Kevyn Santos
Caroline de Souza
Eloisa S Cavalcante
Jhonatan Lima Milharez
Larissa Ricci
Laura Jacomini
Fontes:
https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/04/16/estrategiasdas-marcas-para-o-pos-pandemia.html
https://resultadosdigitais.com.br/blog/marketing-em-tempos-de-coronavirus/
https://www.sunoresearch.com.br/noticias/veja-10-empresas-mais-cresceramcoronavirus/
https://eurio.com.br/noticia/16268/e-commerce-cresce-81-na-pandemia-eajuda-sobrevivencia-de-lojistas.html
https://blog.operand.com.br/as-melhores-acoes-das-marcas-na-pandemia/
https://www.consumidormoderno.com.br/2020/07/08/gastos-com-deliverycrescem-mais-de-94-durante-a-pandemia/
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-07/home-office-foiadotado-por-46-das-empresas-durante-pandemia
Comentários
Postar um comentário